quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Uma matéria sobre música gospel que escrevi pro site da Gang Music

Muitos não gostam, outros nunca escutaram e tem gente por aí que até sai correndo como o diabo da cruz. Mas fato é, que a musica gospel hoje é uma realidade no cenário nacional. Mesmo não tendo a abertura e a exposição na mídia que outros estilos têm, o gospel vende, e muito! Mas afinal, qual o peso que esses artistas tem no Mercado fonografico atual? De onde eles vieram? Quais suas influências?
Alguns vem de familia religiosa, onde aprenderam a cantar ou tocar junto com a familia e ganhavam experiência tocando em cultos e nas missas de domingo, outros como Rodolfo ex-vocalista do grupo Raimundos e Salgadinho ex-Katinguelê “encontraram Jesus” um pouco mais tarde. Certamente uma mudança no estilo de vida dos dois mas por outro lado, continuaram a fazer aquilo que gostam sem precisar mudar o ritmo de sua musica mas sim de suas vidas, sem deixar, é claro, de engordar suas contas bancárias. Outros, como o “Soulman” Silveira mantém duas frentes, uma gospel com o quarteto black FLG e outra “secular” (música não considerada gospel) em que segue carreira solo.
Mas o que faz uma música ser considerada gospel? Pois basta um olhar mais atento ao que esta rolando em programas como o Clipe Gospel -há mais de 15 anos no ar- para conferirmos a gama de estilos que esta musica abrange, rock, pop, black, funk carioca, samba e até heavy metal, todos é claro louvando Jesus. Segundo Rogério, vocalista do grupo Templo Soul a principal característica do gospel além das letras “é a vibração que existe por tráz do som, a presença de Deus na música”, ainda acrescenta que o crescimento do segmento deve-se em muito a evolucão tecnológica dos estúdios e aos talentos que estão cada vez mais sendo descobertos “ hoje os estúdios estão mais preparados para receber e explorar os novos talentos, que por sua vez tem mais acesso a aulas de música e canto”, não fugindo assim do que acontece em outros estilos.
A retórica cristã pode ser parecida mas à música não, dentro de estúdios equipados com o que há de melhor no mercado internacional, produtores experientes, musicos talentosos (alguns desses contratados) e empresários, bolam hits que você provavelmente não irá ouvir mas deveria. A qualidade dos arranjos chama a atenção, o trabalho vocal é impecável, afinal a experiência com corais é grande e também existe o apelo commercial do pop. O gospel é hoje um dos segmentos que mais cresce no Brasil, cantoras como Mara Maravilha e Aline Barros (ganhadora do Grammy latino na categoria música cristã em 2004) levam milhares de pessoas a seus shows. Para você ter uma idéia o show dos Rolling Stones no Rio De Janeiro levou cerca de 1,3 milhão de pessoas a praia de Copacabana, quase a mesma quantidade de fiéis (Aprox. 1 milhão) que assistiram ao show da cantora Ana Paula Valadão na cidade de Salvador em 2004. As novas igrejas perceberam há algum tempo que a música pode ser uma ótima maneira de atrair pessoas para sua causa.
Quem ja teve a oportunidade de ir a shows de música gospel deve ter ficado impressionado com a qualidade dos equipamentos utilizados e não estamos apenas falando de guitarras, teclados, mics e baixos mas sim das mesas de som, caixas, amps, etc. A iluminação e a produção dos shows também chamam a atenção pela qualidade e eficiência.
Se a infra estrutura não chega a ser um contraponto tão forte em relação ao que acontece nos Estados Unidos, o berço do gospel, a música é, segundo Rogério o que difere o gospel brazuca do Americano é a brasilidade, o sangue latino, “ o brasileiro aprende a se virar nos 30, tem mais capacidade de improvisação e a técnica é diferente, temos a brasilidade em nosso favor”.

Is That Jazz? - Gil Scott Heron

Sem palavras, classico!!!!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Eazy-e - It's On (Dr. Dre) 187um Killa



Após desavenças com seu cumpadi de NWA o Dr Dre, Eazy lança em 1993 um EP que muda significativamente a história do gangsta rap e das tradicionais beefs (rixas) entre rappers. Na canção Real Muthaphuckin G's Eazy escracha Dr Dre até não poder mais, e por outro lado Dre faz o mesmo nas canções de seu disco "The Chronic". Mas a prova de que ambos eram homens de negócio foi dada por Dre após o falecimento de Eazy, qdo declarou que ambos conversaram durante toda a produção de seus respectivos albúns. O disco na minha opinião é um dos melhores da época e resume bastante o clima das produções californianas do início da década de 90, mesmo sem ter a veia g-funk do warren g e nem o preciosismo das produções do Dre este EP bate forte qdo o assunto é gangsta rap de verdade.



Eazy-e - It's On (Dr. Dre) 187um Killa

1. "Exxtra Special Thankz" –1:06
2. "Real Muthaphuckkin G's" (featuring B.G. Knocc Out and Dresta) –5:32
3. "Any Last Werdz" (featuring Kokane and Cold 187um) –5:11
4. "Still a Nigga" (featuring Rhythum D) –4:10
5. "Gimmie That Nutt" (samples "Ashley's Roachclip" by Soul Searchers) –2:59
6. "It's On" –5:02
7. "Boyz-n-the Hood" [G-Mix] (featuring Dresta) –5:36
8. "Down 2 tha Last Roach" (featuring B.G. Ash Trey, Mr. Roach Clip, and Dirty Red 7:51

domingo, 6 de janeiro de 2008

Essa é pra ouvir no talo, a cara do verão!!!!

Big Daddy Kane - In the Pj's


Pra não perder o hábito aqui vai o sampler da música ae de cima. Mega chalassa by Teddy Pendergras, vasta sonzeira!!!! Pega a nega veia e chama no fight pq o clima é esse.

Teddy Pendergrass - Close the Door

A continuação do clipe ae de cima do Big Daddy Kane, NY classic Style na veia

Big Daddy Kane - Show n Prove

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Beastie Boys - Check Your Head (1992)



Este álbum dos caras é o meu favorito deles, talvez não seja o melhor mas certamente é o que eu mais ouvi e mais me apeguei. Check Your Head é uma espécie de pedra fundamental no trabalho dos BB pois existe a banda antes e depois deste play. Um dos grandes responsáveis por essa mudança é o produtor brasileiro radicado nos Estados Unidos Mario Caldato JR. (Aka Mario "CI") que até hoje continua produzindo os discos da banda. Neste albúm Mike D, Adrock e MCA assumem sua porção instrumentista (na foto da capa aparecem com o case dos seus instrumentos) e acabam por compor diversos temas instrumentais que tornaram-se cult. Aliás, esses temas sem vocais viraram uma das grandes características dos discos dos BB até hoje. Além disso temos músicas do peso como o mega hit "So What'cha Want" a divertida "Live at P.J.'s" e a vibrante "Gratittude" no melhor estilo Beastie Boys.
Bom divertimento!

Beastie Boys - Check Your Head

1.Jimmy James
2.Funky Boss
3.Pass The Mic
4.Gratitude
5.Lighten Up
6.Finger Lickin' Good
7.So What'cha Want
8.Biz Vs. The Nuge, The
9.Time For Livin'
10.Something's Got To Give
11.Blue Nun, The
12.Stand Together
13.P.O.W.
14.Maestro, The
15.Groove Holmes
16.Live At P.J.'s
17.Mark On The Bus
18.Professor Booty
19.In 3's
20.Namaste

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Patrice Rushen - Forget Me Nots

Bom, Patrice Rushen é uma das minhas cantoras, pianistas e produtoras favoritas. Apesar da maioria das pessoas só conhecerem a fase mais pop do seu trabalho durante a década de 80 ela ja tocava com diversos medalhões do jazz desde o final dos 70. Descobri que ela chegou até a gravar com a Flora Purim no disco NOTHING WILL BE AS IT WAS...TOMORROW de 1977
Aqui peguei mais umas informações da Patrice no All Music e tb coloquei o link de sua página na wickipedia pra quem quiser mais infos.
TKS



Keyboardist/singer/songwriter/arranger/musical director Patrice Rushen has had an outstanding career with several Top Ten R&B hits, including "Haven't You Heard," "Forget Me Nots," "Feels So Real," and "Watch Out." "Forget Me Nots" was the basis of Will Smith's "Men in Black" from the blockbuster movie of the same name on Big Willie Style. R. Kelly's "Remind Me" was sampled from her "You Remind Me," a popular radio-aired LP track from Straight From the Heart. Others who have sampled Rushen's music are Def Jeff (Rushen's "Hang It Up") and Zhane ("Groove Thang").

Born September 30,1954, in Los Angeles, CA, Rushen's parents enrolled her in music classes at U.S.C. when she was three. In her teens, she won a solo competition at the 1972 Monterey Jazz Festival. The attention garnered from this earned her a contract with Prestige Records. After recording three albums and becoming an in-demand session player, Rushen signed with Elektra Records in 1978. Forging an engaging jazz/R&B/funk fusion, she regularly hit the R&B charts. Her five albums for the label were Patrice, Pizzazz, Posh, Straight From the Heart, and Now. Some of these sides can be found on Haven't You Heard:The Best of Patrice Rushen.

In 1993, Rushen signed with Disney's Hollywood Records. Her first and only release was the excellent Anything but Ordinary, which yielded the inspiring single "My Heart, Your Heart." Hollywood wasn't satisfied with the album and shelved it. Sindrome Records bought the rights to the album and reissued it with the single, and some LP tracks received airplay on R&B and smooth jazz radio stations. Rushen became a member of the jazz collective the Meeting, appearing on several releases. Her busy schedule includes session dates and being the musical director for several different tours and TV specials. 1997's Signature found Rushen returning to her jazz roots for this solid album of instrumentals.

In fall 2000, Patrice Rushen appeared as a part of Sisters Being Positively Real, an act on Brown Baby Entertainment Group.

http://en.wikipedia.org/wiki/Patrice_Rushen

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Natal no cavaco

Aqui presto minha homenagem ao clima natalino colocando a disposição dos plantonistas uma pérola que achei no blog do ligeirinho (que por sinal não tem muito a ver com música) há alguns anos.
Clássicos natalinos numa roupagem muito mais marota e menos mela cueca, tudo no melhor estilo samba/choro.
Vale a pena colocar esse play qdo todo mundo ja estiver mais pra la do que pra ca na noite do dia 24, afinal, ver vó, vô dançando música de natal em ritmo de alegria não é poca coisa.

Um abraço e feliz natal

LINK

sábado, 15 de dezembro de 2007

Vai em paz queridão!!!!!

(texto retirado do blog "blog de samba e soul - grooves y batuques):
O trompestista Márcio Montarroyos faleceu no Rio de Janeiro nesta quarta-feira dia 12 de dezembro, vítima de câncer no pulmão aos 59 anos. Começou na Turma da Pilantragem e ao longo dos seus 40 anos de carreira, trabalhou acompanhando diversos artistas, como Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Stevie Wonder, Tom Jobim, Sarah Vaughan, Milton Nascimento, Santana, Sergio Mendes, Hermeto Pascoal entre outros. Também fez discos como solista, lançando os LP's Sessão Nostalgia (1973), Stone Alliance (1977), Piston Internacional (1981), Magic Moment (1982), Carioca (1984) e Samba Solstice (1987), e em 1973 participou da trilha sonora da novela O Carinhoso.

Do autor:

Bom, tive a oportunidade de trabalhar duas vezes com o Márcio, uma direta e outra indiretamente. Cerca de um ano atrás o Márcio se apresentou no sesc Vila Mariana (SP) e fui chamado para fazer a assessoria de produção no show do cara. A véia era gente finíssima, tratava todos como "queridão" e contou ótimas histórias de shows, mulheres e viagens. Me disse que no Japão chegou a ganhar U$ 15.000 numa apresentação de uma hora e entre um marlboro um red label dava uma morta fodida sobre algum assunto que só a estrada te ensina. Milhões de confusões rolaram da passagem até a hora do show ( o Vila Mariana é conhecido como uma das unidades mais burocráticas do SESC SP )mas o Márcio encarava tudo com muito bom humor e paciência, nada de estrelismos, apenas a vontade de fazer um bom show. Eu fui no hotel do cara buscar uma caixa de Cd's pra vender pós show e como é de praxe me ofereci para fazer a venda por 10% do valor total da venda mas como tinha resolvido várias merdas o Márcio me ofereceu 20%, Beleza! Vendi cerca de 20 cd's a R$ 20,00 (detalhe, como o encarte havia saído com alguma info errada o cara preferiu tirar o encarte, então era só o cd e a parte de trás), um lucrinho de R$ 80,00, Maravilha Alberto! Mas na hora da contabilidade o Márcio (ja tava doidaço) veio com o papo: Que isso queridão, cota de quem vende cd é 10%, onde ja se viu 20%, eu fiquei na minha e preferi ver o lado bom da parada, afinal o show tinha sido muito foda e o cara não fez por mal e sim por seqüela e porra!! era o o cara né.
Uns meses depois encontrei a figura no Sesc Pompéia, ele ia tocar depois do saxomania (uma orquestra de sopros do lendário trombonista João Cuca), subi ao camarim do Márcio pra trocar uma idéia, foi bem legal, o cara se lembrou de mim na hora, perguntou do meu filho e demos boas risadas da Burrocrácia do vila Mariana. O show não foi essas coisas, o Márcio já parecia estar meio doente ou o uisque daquela noite era paraguaio.
O Antônio Valdetaro, musico e produtor daqui e grande amigo do Márcio me contou que ele estava lutando muito contra a doença e que realmente não queria ter nos deixado tão cedo mas acredito que a memória dele ficará viva por muitos anos nos discos e lembranças daqueles que conviveram com o queridão. Figuraça das boas.

No site do Jaison tem um disco disponível pra dowload e vou ver se consigo com o Antônio alguma pérola do cara para a galera baixar.
http://sambaesoul.blogspot.com/

A Tribe Called Quest - Bonita Applebum (beetwen the sheets mix)

Um versão que o Dj Pachu me passou, bem legal, com o instrumental clássico de "Between the Sheets" do Isley Brothers.



Valeu

domingo, 9 de dezembro de 2007

Zapp & Roger Troutman - It Doesn't Really Matter

A original é uma sonzeira e foi usada pelo DJ Quik na música Focus, uma boa parceria entre o pessoal do East & West.

Zapp & Roger Troutman - It Doesn't Really Matter



Focus - Dj Quik, Erick Sermon e Xzibit

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Especial Big Boy pt 1 - leia e veja os videos, informe-se sobre esta grande figura de nossa rádio!!! Hellooooo Crazy People!!!!!



O ex professor de geografia Newton Alvarenga Duarte, um aficionado por rock n’roll, grande colecionador de discos de vinil e freqüentador assíduo da radio Tamoio no Rio de Janeiro - emissora essa que apresentava a programação mais atualizada da época -não imaginava que suas visitas atrás de uma oportunidade profissional iriam revolucionar a rádio brasileira.
Quando finalmente a oportunidade de substituir um programador da Tamoio que entrava em férias surgiu, Newton não pensou duas vezes, largou o magistério para fazer aquilo que sentia que seria seu futuro. Após algum tempo na programação da Tamoio Newton foi convidado para participar de uma bem-sucedida reformulação da Rádio Mundial AM, que logo se tornaria a maior audiência entre o público jovem do Rio. Nesse momento nascia o lendário Big Boy, já como Dj e apresentador criou diversões bordões que entrariam para a história da radiodifusão brasileira. No comando de 3 programas diários - Cavern Club, Big Boy Show e Ritmos de Boite - logo consagrou o estilo descontraído e completamente informal que usava, seguido de uma voz aguda, quase como se encarnasse um novo personagem e muitas gírias, coisa que nenhum outro apresentador usava até então – esse estilo continua influenciando FM’s por todo território nacional -. A dinâmica do programa era o ponto alto, a peteca nunca caía e o jeito de fã com que Big Boy falava dos artistas apenas o ajudava a se aproximar de seu público.
Fã de alguns compadre de outros, Big Boy dizia ser amigo de James Brown, de um dos integrante dos Beatles e dos Rolling Stones. Segundo dizem foi essa amizade além da proximidade com pilotos de avião e outros contatos que o radialista mantinha a 7 chaves que permitia com que ele sempre estivesse na vanguarda do que rolava no exterior em termos musicais. Pra você ter uma idéia, numa época que não havia internet, nem cd, nem mp3, etc, Big Boy conseguia fazer o lançamento de discos paralelamente ao seu lançamento no exterior. Uma coisa praticamente impensada na época.
Logo veio o Baile da Pesada e o sucesso do locutor só aumentava, trazendo para os bailes as primeiras cápsulas magnéticas com agulha de diamante ele imprimiu uma espécie de selo de qualidade a sua equipe que nenhuma outra tinha, assim, multidões dançavam com as novidades que saíam pulsando a todo volume das caixas de som. A soul music era o carro chefe dessas festas e rapidamente mais de 400 equipes de som se espalharam por todo o país, equipes como Black Power, Vips, Petru’s e Dynamic Soul entre outras tantas animavam festas em Porto Alegre, na Baixada Fluminense e em São Paulo, afinal, essa era a onda do momento. Big Boy continuava sendo o mais respeitado e escutado DJ do Brasil e com seu acervo pessoal de 20.000 discos mantinha sua equipe, O Baile da Pesada como top de linha. Uma das características principais dos freqüentadores dos Bailes da Pesada eram as seguintes: cabelo Black Power, óculos escuros, gravata borboleta, bengala, calça boca de sino e o tão comentado sapato cavalo de aço.
Um evento que merece registro foi o realizado no dia 19 de junho de 1977 (pouco antes de sua morte), no G.R.E.S. Império Serrano, onde a 3ª Caravana do Soul Music, que reuniu Tony Tornado, Soul Grand Prix, Dynamic Soul, Boot Power, Ademir Lemos e Mosieur Limá. Nesse evento Big Boy lançou no Brasil o filme Wattstax, e também vídeos inéditos de James Brown, Marva Withney e Barry White.
Além de seu trabalho nos bailes e na rádio Mundial, o “multimídia” Big Boy também mantinha um programa semanal na Rádio Excelsior em São Paulo, atuava como colunista em diversos jornais e revistas e era produtor de discos (possuí coletâneas de sucessos da época lançadas com seu nome). Na televisão era responsável pela parte dos clip-films (filmes feitos pelos artistas internacionais para divulgar suas gravações novas) dos programas de TV "Fantástico" e "Sábado Som". Em seu programa Papo Pop na TV Record de SP, lançou grupos brasileiros de vanguarda, além de ser também o responsável pela implantação do projeto Eldo Pop (antiga Eldorado FM) no início das transmissões em FM no Brasil. O curioso da Eldo Pop é que não havia locução, nem os nomes das músicas eram dados. Era uma rádio em que diferentemente da Mundial tocava muito rock progressivo, lisergia pura.
Big Boy nasceu no primeiro dia de junho de 1943 e morreu no dia 7 de março de 1977, sozinho, num quarto de hotel em São Paulo aos 33 anos. Não se sabe ao certo se a causa de sua morte foi um infarto ou asfixia causada por um ataque de asma. Fato é que Big Boy partiu cedo demais e ninguém pode quantificar ao certo a fundamental influência que ele teve sobre toda a rádio brasileira, além é claro de ter sido pioneiro no esquema de equipes de som no Brasil.


(Lao "El Nacho" Cabrera)

Especial Big Boy pt 2 -The Big Boy Show (parte 1)

Especial Big Boy pt 3 - The Big Boy Show (parte 2)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Frankie Smith - Double Dutch Bus

Sonzeira, funk maroto da mais alta periculosidade. Pra colocar na vitrola e sair chacoalhando. Esse faz até um chevete virar cadillac.
To preparando uma seleção de funks pululantes pro final de ano, não me deixem esquecer.

Frankie Smith - Double Dutch Bus



quem usou.....

Missy Elliot - Work it

domingo, 2 de dezembro de 2007

J'attends - Hocus Pocus

Ta ae o Clipe do cara!!!!

Hocus Pocus - 73 Touches (2005)

Disco de lançamento do rapper francês Hocus Pocus, vale a pena baixar e ouvir. Não é novo mas desde quando a gente liga pra isso!!!!!
Ali encima eu coloquei um clipe dele de uma das músicas que esta no cd, ja da pra ter uma prévia, muito groove, jazz, soul e R&B.


Hocus Pocus - 73 Touches

1. Malade
2. Onandon
3. Pascal
4. Comment On Faisait ?
5. J'Attends
6. You
7. Feel Good
8. Keep It Movin' 2
9. J'Aimerais
10. Faits Divers
11. Swingin' (Interlude
12. Dig This
13. Zoo
14. Du Sable Sur Les PaupièRes
15. GéOméTrie
16. Onandon Part 2
17. Brouillon
18. Hip Hop ?
19. J'Attends (Remix)
20. 73 Touches